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Sumô de robôs agita Desafio de Tecnologia e Inovação dos IFs

02/06/2016

Competidores e expectadores do 1º Desafio de Tecnologia e Inovação dos Institutos Federais, ocorrido dos dias 30 de maio a 1º de junho, vibravam quando dois robôs se empurravam para fora de um círculo desenhado no tablado da arena montada no Porto Velho Shopping. A cada nova batalha do Sumô de Robôs os participantes de outras modalidades de robótica que competiam no mesmo espaço e também os visitantes do shopping paravam para assistir a prova mais rápida da competição.

Cada partida não dura mais do que dois minutos, como explicou o árbitro da modalidade, Augustin Montenegro Junior. Segundo ele, outras categorias tem um tempo médio de cinco minutos.  “Quando se trata do sumô geralmente esse tempo não é todo utilizado terminando mais rápido”, afirmou acrescentando que se o tempo estabelecido para empurrar o adversário fora da arena for ultrapassado, a partida é cancelada e os pontos das duas equipes são acumulados.

Mesmo não tendo alunos competindo na modalidade sumô, o professor Clayton Jordan, do Instituto Federal do Amapá (IFAP) não deixou de conferir as batalhas de robôs. Conforme o docente, na categoria o aluno tem liberdade para construir seu robô, usando além do sistema que dispõe, outras tecnologias. “Empregando algoritmos onde o aluno pode promover situações diferenciadas, como o movimento que não é previsto, em que um robô joga o outro pra fora da arena, gerando grande entusiasmo em quem assiste”, relatou.

A adrenalina tomou conta da competição, de acordo com o aluno Caliel Ritse, do 1º ano de Eletrotécnica do Campus Porto Velho Calama, uma vez que não é possível prever a reação do adversário. “Já nas outras categorias você programa o robô para fazer o que você quiser. No sumô não depende só do seu robô, mas dos outros também”, descreveu o estudante que concorreu na modalidade sumô.

Além de mobilizar participantes e equipes adversárias, as disputas de sumô chamaram a atenção de quem estava passando próximo à arena de competições. Umas das pessoas que parou para olhar o motivo de tanto alvoroço foi a universitária Patrícia Bittencourt, que aprovou a tática do competidor Caliel durante o embate ao qual presenciou. “O competidor que tem o robô com uma pá foi muito estratégico colocando aquela pá ali para poder derrubar o adversário dele”, destacou enquanto assistia o combate junto ao filho.

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